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Pinheirinho. O Brasil está em guerra e não é de hoje.

 

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Canta mais / trabalhando a terra, Chico Buarque

Fantasia

E se, de repente / A gente não sentisse
A dor que a gente finge / E sente
Se, de repente / A gente distraísse
O ferro do suplício / Ao som de uma canção
Então, eu te convidaria / Pra uma fantasia
Do meu violão

Canta, canta uma esperança / Canta, canta uma alegria
Canta mais / Revirando a noite
Revelando o dia / Noite e dia, noite e dia
Canta a canção do homem / Canta a canção da vida
Canta mais

Trabalhando a terra / Entornando o vinho
Canta, canta, canta, canta / Canta a canção do gozo
Canta a canção da graça / Canta mais
Preparando a tinta / Enfeitando a praça
Canta, canta, canta, canta
Canta a canção de glória / Canta a santa melodia
Canta mais
Revirando a noite / Revelando o dia
Noite e dia, noite e dia

Pinheirinho é todo dia…

O PIG não dará trégua – velhos métodos

Um absurdo a manipulação das informações realizada por este PIGuista – Reinaldo Azevedo. A criminalização dos movimentos sociais continuará sendo uma das suas tônicas.

APROVEITO para repercutir notícia do MST

Presidente de associação é assassinado no Maranhão

1 de novembro de 2010


Por Reynaldo Costa
Da Página do MST

O presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Povoado Charco, Flaviano Pinto Neto, 45 anos, foi assassinado com oito tiros de pistola calibre 380, disparados contra a sua cabeça, na noite de sábado (30/10), no município de São Vicente Ferrer (MA).

Flaviano liderava a luta dos trabalhadores rurais contra o cercamento de parte da comunidade Charco com cerca elétrica, pela família do fazendeiro Gentil Braga.

A famílias Braga é proprietária de extensas áreas na região da Baixada maranhense. Além disso, é responsável por diversos despejos violentos na região.

O conflito na região já tinha sido denunciado pela Comissão Pastoral da Terra ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto de Terras do Maranhão (Iterma), aos órgãos de segurança pública e de justiça do Estado do Maranhão.

Mesmo assim, não foi tomada nenhuma medida concreta para impedir a execução de Flaviano. Por isso, o assassinato de Flaviano é considerado o desfecho de uma morte anunciada.

O sindicalista Manoel Santana Costa, 35 anos, também foi ameaçado de morte, por defender a comunidade rural da região. Ele pode ser executado por pistoleiros se não foram tomadas medidas em sua proteção.

A violência do latifúndio confirma as denuncias dos movimentos sociais do campo, de que a violência no Estado do Maranhão é cada vez maior e se estende por todas as regiões, prejudicando povos indígenas, ribeirinhos e remanescentes de quilombolas.

Na semana passada, a CPT denunciou que o Maranhão é o Estado brasileiro com maior índice de conflitos agrários.