Arquivo da tag: Fábio Pannunzio

Comando da PM (São Paulo) é conivente com grupos de extermínio

http://www.pannunzio.com.br/archives/13705

O relatório da Polícia Civil afirma que os grupos de extermínio são compostos “por policiais militares especializados em vitimar egressos,  toxicômanos  e  praticantes de pequenos delitos, com conivência e suporte da instituição policial militar, sempre havendo guarida de policiais militares fardados, que corroboram para a “ higienização social”, e “limpeza da área”.”

Anúncios

Pannunzio vai processar José Riva (PP/MT)

http://www.pannunzio.com.br/archives/12845

TRECHOS DA POSTAGEM NO BLOG DO PANNUNZIO (AQUI)

José Geraldo Riva,  que preside como uma rainha da Inglaterra a Assembléia Legislativa de Mato Grosso, vai ser processado civil e criminalmente pelo editor deste blog. Riva é o maior ficha-suja do País. Responde a mais de 120 processo por improbidade administrativa, corrupção e outros crimes gravíssimos. Teve o mandato cassado duas vezes por compra de votos. E duas vezes foi impedido, por determinação judicial, de ordenar despesas na casa que preside a bem do serviço público, situação vexaminosa em que se encontra neste momento.

O ainda deputado é acusado de meter a mão em meio bilhão de Reais do contribuinte matogrossense por intermédio de um esquema que envolveu dezenas de empresas-fantasmas. A lambança era tão  grande que se utiliava até de documentos de mortos para desviar a dinheirama que terminou por torná-lo milionário. É o Ministério Público quem diz, não eu. É a Judiciário quem diz, já que ele foi condenado em duas instâncias, motivo da inelegibilidade que vai encerrar sua pródiga carreira política. E ainda corre o risco de ter seu mandato novamente cassado, já que a Justiça Eleitoral o acusa de ter reincidido na aquisição paga de votos de seus incautos eleitores.

…..

Transcrevo o relato de Adriana Vandoni no blog Prosa e Política:

“Vi mais uma das muitas manifestações deprimentes para a justiça estadual. O querelante, Riva, afastado das finanças da AL a bem do serviço público, passou a dizer que o jornalista Fabio Pannunzio tem vários processos na justiça de MT, com a concordância da juíza. Entrei na conversa: “Todos movidos por ele”. “Como?”, perguntou Riva. “Todos movidos por você”, reafirmei. “Nada disso, minha filha, todos que ele tentou extorquir estão processando ele (sic)”. “Ai você está acusando”, disse já rindo, pois a audiência estava cheia de testemunhas. “Você cuida do que você fala que eu cuido do que eu falo”, disse o nervoso José Riva.”

Fiquei petrificado quando tomei conhecimento da assacação. É uma mentira deslavada. O editor desta página responde a quatro processos em Mato Grosso, todos eles movidos pelo ficha-suja reincidente José Geraldo Riva. Nunca, jamais, houve qualquer outro processo em Mato Grosso.

Os processos foram abertos porque este Blog vem denunciando há três anos as falcatruas e a roubalheira de Riva a partir de provas coletadas pelo Ministério Público.  A afirmação “todos os que ele tentou extorquir estão processando ele” constitui crime de calúnia. E Riva vai ter que provar que eu extorqui, e que os extorquidos por mim estão me processando. Se não conseguir — e não conseguirá, porque, ao contrário dele, eu sou um homem honrado — vai ter que arcar com as consequências de suas aleivosias.

….

PIGuinhos golpistas – no Brasil eles pululam

Pannunzio acha natural, normal e até apóia o “processo constitucional” de impedimento de Fernando Lugo, bem como reafirmou sua fé e seu apoio ao que aconteceu em Honduras.

É PIGuinho: você e seus seguidores. Quando a gente fala que um golpe tem seu apoiadores.

Eu é que venho avisando: Cuidado, se não você fica com cara de Pannunzio.

Blog do Pannunzio denuncia barbaridade na segurança pública do Estado de São Paulo

http://www.pannunzio.com.br/archives/12501

Foi em um 11 de setembro

Mino Carta ofereceu alguns números da revista Veja para serem analisados por Pannunzios, Magnolis, Azevedos e quejandos.

Pannunzio, muito ocupado talvez, repassou a tarefa de forma democrática a seus leitores, pedindo que Jotavê (que lhe é crítico) e Big Head (Este é um favorável. Mas duvido que este consiga escrever algo que valha a pena, pelo quê apresentou até agora naquele blog).

Claro que antes de propor o desafio aos seus leitores, fez uma postagem onde apresentou sua história (apesar de ele mesmo só aparecer como um menino de 3 anos e depois de sete anos, em meios a narrativas de seus parentes). Apresentou-se como neto de comunista.

De qualquer forma, resolvi ler de novo este número que já havia folheado no passado. Apresento parte de minha análise inicial. Li as primeiras 23 páginas do total de 130 páginas.

A análise a seguir:

11 de setembro de 1968. Foi em um 11 de setembro que, com uma capa vermelha, foice e materlo em mãos, a Revista Veja, sob o comando de Mino Carta, já de cara provocou os militares.

Já na primeira sessão Indicações, Veja abriu espaço para divulgação de vários eventos empresariais, universitários e acadêmicos – Congresso de Odontologia, festival de música, feira da indústria. Dentre os eventos indicados, a Veja de Mino Carta indica I Encontro de Jornalista da Guanabara para debates que incluiria a regulamentação profissional e a função social do jornalista. Destaca um encontro (Convívio) na Escola de Cultura de São Paulo com cursos diversos inclusive sobre o pensador Marxista Herbert Marcuse.

Nas Indicações de diversões, destaque para a História da Música Popular Brasileira e show com o humorista Millor Fernandes e de Elis Regina. No espaço para o Teatro (página 17) destaca Os Fuzis da Senhora Carrar, de Bertold Brecht, que contribuiu para estruturar o coletivo de resistência à ditadura militar brasileira. Além de indicar também a sua (B.Brecht) A Ópera dos Três Vinténs que desperta no espectador prazer pela possibilidade de mudança da realidade, e que serviu de inspiração para A Ópera do Malandro de Chico Buarque, uma crítica ao regime militar no Brasil.

Outra peça indicada foi A Cozinha, de Arnold Wesker que junto com John Osborne e Harold Pinter se notabilizaram pela preocupação com a relação de poder entre torturador/torturado, senhor/escravo.  E ainda quatro minipeças do autor espanhol Arrabal, autor que criticou a repressão do general Franco na Espanha.

Na página 19, Cinema, indica o filme Privilégio de Peter Watkins, diretor engajado, inclusive contra ditadura.

Na página 20, a apresentação de MINO CARTA como diretor da revista. E na carta do editor as palavras de Victor Civita (Editor e Diretor).

Na página 22, a foto de uma jovem com a perna direita sangrando, e a legenda: “uma vítima? Para a polícia, apenas uma agressora que perdeu sua guerra”. Desta forma, fica o forte contraste da violência militar frente à frágil resistência estudantil. O primeiro parágrafo já apresenta que, apesar de o título afirmar que os dois lados admitem a violência, “se você passa o tempo todo ouvindo ameaças, boatos e de repente se defronta com o inimigo, você não pode esperar que ele o irrite antes”, ou seja, as ameaças partiram do regime militar. E apresenta sem mais delongas que um estudante foi morto pela polícia militar. E apresenta que depois de cinco anos, a batalha de Davi e Golias se inicia (“nas lutas a pau e pedra contra o gás lacrimogênio, o cassetete e o tiro.”). Ao apresentar a posição dos militares, deixa um bem claro “– A SEU VER – a melhor justificativa para o rigor das autoridades diante das manifestações.

O texto apresenta a explicação do assessor de Relações Públicas da Secretaria de Segurança Pública da Guanabara: “A DOPS sabe muito bem que passeata não se dissolve a bala. Mas  este tipo de movimento de rua é um fato relativamente novo que exige uma série de adaptações técnicas, materiais e psicológicas” e ainda diz que o assessor entende que “não se pode deixar de levar em conta as condições emocionais do policial sem equipamento de proteção.” No entanto, na mesma página a charge apresenta um policial todo equipado como equipamentos de segurança e fortemente armado para o ataque. É um claro desmentido às falas do assessor.

Apresenta o texto a forma como os estudantes conseguiam evitar a violência policial, andando na contramão (atrapalhando o trânsito), depois utilizando rolhas e depois bolinhas de gude. Observe que o objetivo era se afastar da violência inicialmente, mas podendo ser utilizada como violência contra os opressores.

Piguinho atrasado… ou dando uma mãozinha pra desqualificar a CPI do Cachoeira

Neste dias de CPI do Cachoeira, o PIG anda doido. Procura de todas as formas desviar as atenções, tirar o foco.

Alguns chegam mesmo a tentar jogar no colo do Governo atual, ou de Lula, o esquema do Cachoeira.

No caso do Pannunzio, ele resgata agora, candidamente, o que ele chama de EXTORSÃO o que teria feito o ex-deputado Antônio Medeiros, com ajuda do atual deputado Protógenes Queiroz. Abre espaço em seu blog (Blog do Pannunzio) para vídeos editados pela defesa do sr. Law Kin Chong.

O jornalista Pannunzio envida-se em desqualificar os métodos e o próprio DELEGADO Protógenes Queiroz. E por quê? se perguntarm0s a ele, ele dirá que está apenas em seu papel jornalístico, exercendo suas funções precípuas. Dirá que não tem nada a ver com o momento atual, ou seja, nada a ver com a CPI do Cachoeira. O senhor Pannunzio dirá que não é uma estratégia para desqualificar quem iniciou esta CPI atual. E dirá também que não existe PIG.

O que não existe, sr. Pannunzio é espelho. Pois se houvesse, o senhor já teria reparado e visto um PIGuinho. Aproveite a atenção que está dando ao senhor Law Kin Chong e leia o livro A CPI DA PIRATARIA.

Os jornalistas do PIG continuam defendendo a Veja, e chamam a blogprog de BESTA. Mas quem é o besta?

O PROBLEMA DE VEJA É CRIMINAL, NÃO APENAS ÉTICO

LUIS NASSIF ONLINE Continuar lendo