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Carcará Fiel – uma homenagem à força do brasileiro

Lula é o povo brasileiro. E a homenagem a Lula, pela Gaviões da Fiel, arrebata a todos que se identificam. O nordeste como palco principal, mas se estendendo por uma luta conjunta do povo brasileiro.

O nordestino sentiu-se homenageado especialmente, porque os elementos apresentados estão vivos em sua retina e coração, desde o cordel da comissão de frente, a terra batida e seca na roupa das baianas, o gavião carcará que voa em nossos sertões, os operários que emprestamos na construção deste País, e nosso menino-operário-presidente.

Foi um espetáculo de luxo e bom gosto. Cores vibrantes. Uma leitura detalhada para montar o pano de fundo na construção da história de Lula.

Mas as representações não se encerraram no Nordeste, tendo São Paulo através do movimento operário e as greves, transformado o Brasil e o próprio Lula. O Rio de Janeiro na passarela no movimento pelas diretas já, com a maior mobilização da história do País até então, mas que se entendeu por toda a nação. Brasília, a sede dos poderes. Não faltou a lembrança da ditadura, através dos presos políticos. Enfim, um passeio pelo território nacional e sua história política nos últimos 40 anos.

A arquibancada participou com um espetáculo de voz. Um coro que acompanhou emocionado o samba enredo. Todos de todas as torcidas conheciam o samba enredo e cantaram em um amálgama vibrante. E as luzes como em um estádio de futebol em dia de clássico. Bandeiras balançavam em cada uma das mãos.

A cada ala, a marca da transformação. A lembrança do apoderamento popular através do presidente Lula. De menino pobre a líder de uma nação. Somos todos Lula.

Foi também um convite a viver esta transformação e continuá-la. Foi um reconhecimento da força de um homem, da influência da cultura de uma região, do poder de uma cidade símbolo do País, da união das diversas camadas da sociedade. As conquistas sociais durante seu mandato, como a geração de emprego. Foi um convite para continuar esta transformação.

A transmissão, através dos comentaristas, foi no entanto, um contraste. Enquanto, no chão, os foliões expressavam livremente o sentimento nacional, as memórias de um passado recente de opressão durante a ditadura, do outro lado o narrador midiático parecia engessado e proibido de comentar a história contada no sambódromo. A duras penas balbuciava a palavra ditadura, quase ainda com medo de ser levado a um porão e sofrer tortura. Parece que a censura ainda não foi extinta em nosso País e é exercida exatamente por um grupo que grita por uma liberdade de imprensa que ela mesmo censura.

Porém, se os comentaristas da Rede Globo não podiam falar sobre o significado das alas, quanto a seus aspectos históricos, não puderam por outro lado segurar a emoção. Quando relataram por exemplo que todos os operários que construíram um dos carros alegóricos rasparam a cabeça em solidariedade a Lula. E por diversos momentos transbordaram o reconhecimento do papel de Lula junto ao povo brasileiro, através das emoções. Faltaram palavras, mas escaparam as emoções. Estas são mais difíceis de segurar.

Finalmente, Tatiane Minerato, imediatamente após o desfile, se emociona e envia uma mensagem ao presidente Lula, em que como em um abraço diz isto foi para você, espero que tenha gostado, nós te amamos e queríamos muito te agradecer, e ainda, queremos que esteja bem, que sua saúde retorne rápida e vigorosamente para que estaja, novamente, em nosso cotidiano.

http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/

Lanche do Burgues, marchinha para carnaval de Belô

http://www.kadoo.com/en/download/16664463-03c

Agora, precisamos mesmo é de uma marchinha para a CPI da PRIVATARIA TUCANA.

Alguém aí, por favor. Faça esta marchinha.

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=194290,OTE

Não sei se é ladrão,

Pervertido ou pederasta

Tem gente metendo a mão

Na coxinha da madrasta (bis)

Milhares de reais por mês

Pro lanchindo do burguês.

O nosso dinheiro ele gasta

Na cozinha da madrasta

Tira a mão, tira a mão

É hora de dar um basta

A grana da população foi parar na cozinha da madrasta

Agora BH já tem Édipo e Jocasta

Burguês pôs o seu cigarrete na coxinha da madrasta

Milhares de reais por mês pro lanchinho do burguês.

O nosso dinheiro ele gasta na cozinha da madrasta

Tira a mão tira a mão

É a hora de dar um basta

A grana da população foi parar na cozinha da madrasta.