Arquivo do mês: dezembro 2013

A prisão impossível

prisão

Eles morrem de ódio. Tremem. Quase choram mesmo. O ódio os consome. Fervilha em seus fígados, o desejo de fazer sofrer. Devem impingir dor. Pespegar humilhação. Coagir o corpo e a alma. E tirar-lhe a liberdade, neste momento, era a única coisa a fazer. Enfiá-lo em uma cela, depois de desfila-lo para o alto da “Praça da Lampadosa”. Gostariam de coloca-lo sobre um patíbulo, abrindo-lhe o cadafalso, com a louca vontade de parti-lo em quatro. Enfiar-lhe-iam uma lança se possível. Na impossibilidade, após o escárnio, encarcera-lo já os regozijava. Mas, qual não foi a decepção de que o punho no alto fechado, um punho como o de Madiba, socasse-os nos flancos. Arretaram-se. Enlouqueceram. Exigiram mais dura pena. E realizaram. Os olhos inflamaram quando viram o apoio que ainda recebia. Tiniram. Reviraram a noite sem entrecruzar os cílios. Diante dos braços estendidos a ele, proibiram. Descomporam-se. Doestaram. Pois no calvário imposto ainda era convocado. Ofereceram-lhe um labor e digna paga. Um tapa na cara daqueles invejosos. Corroeram-se. Proibiram. Esbandalharam. Atingi-lo a fundo. Amolga-lo era o sedento desejo dos detratores. A cinza em suas bocas. Os amigos levaram-lhe leitura. O mundo em páginas. O universo para um viajante. Cada letra derruba uma parede. Arranca uma barra de ferro. Faz o tempo no cárcere voar, e o espírito é livre. Não suportariam eles vê-lo voar. Era necessário desala-lo. Recolheram os pergaminhos. E prepararam-se para cachinar. Tolos. Nunca aprenderão que, o homem livre, é impossível prendê-lo.

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D. Regina Céli que linguajar chulo para uma bibliotecária, viu?

regina celi

O linguajar chulo apresentado por esta senhora em nota publicada na Folha de São Paulo depõe contra a Classe do Bibliotecários. Além de o vocabulário denunciar seu viés político-partidário. LAMENTÁVEL!

A Classe ao falar assim perde respeito (ao menos o meu) através de sua representante.

REGINA CÉLI DE SOUSA
Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, Brasília (DF)

Em relação a emprego oferecido a mensaleiro, informamos que o exercício da profissão de bibliotecário é privativo do bacharel em biblioteconomia, conforme a legislação vigente determina. Cabe ao conselhos estaduais e federal de biblioteconomia legislar, registrar e fiscalizar a profissão.
As infrações à legislação são passíveis de autuação, procedimentos administrativos e criminais, quando necessários, com aplicação das devidas penas.
Como se trata de profissão regulamentada, aos leigos que venham a atuar na área serão aplicadas penalidades, devido ao exercício ilegal da profissão.

http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2013/12/1389229-so-bibliotecario-pode-exercer-a-profissao-diz-presidente-de-conselho.shtml

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Thamiris Sato

Thamiris Sato

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IPTU em São Paulo 2013: a saga

iptu são paulo

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O meu lado. O seu lado. São os mesmos?

fernando haddad

Tá de rosca, viu? esta questão do IPTU em São Paulo…

TÁ DE ROSCA

http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/124434/STJ-nega-pedido-de-Haddad-e-barra-aumento-do-IPTU.htm

Ele [ministro Felix Fischer] ressaltou ainda que, mesmo que se considerasse cabível o pedido – o que já ocorreu em decisões isoladas e minoritárias do Supremo Tribunal Federal (STF) –, a competência para apreciá-lo seria da corte constitucional.

Isso porque a competência para apreciar os pedidos de suspensão de liminar e de sentença é do tribunal competente para analisar eventual recurso cabível da decisão. No caso, contra a decisão do TJSP caberia recurso extraordinário, a ser julgado pelo STF.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,iptu-para-especialistas-sera-dificil-prefeitura-obter-vitoria-no-supremo,1108171,0.htm

O precedente trata de um recurso do Município de Franca, depois que o TJ-SP considerou inconstitucional uma Lei Complementar que aumentou o IPTU da cidade por irregularidade no processo legislativo. A relatora, ministra Rosa Weber, usou a Súmula 280 do STF, segundo a qual “por ofensa a direito local não cabe recurso extraordinário (o instrumento usado para se chegar ao Supremo)”.

 

Qual o tempo de um tapa (3)?

PRONUNCIAMENTO DO DEPUTADO FEDERAL DR. ROSINHA – PT (PR)

Frases como “matar no peito!” ou “bater na trave!” era por ele repetidas quando peregrinava nas salas da Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional em busca da tão sonhada indicação para suprema corte.

O que eu não sabia era desta sua ponderação por exibições de violência.

Quem sabe seja para o ministro Fux seja a violência assim como a verdade uma simples quimera?

É o que demonstra em seu gosto por MMA para julgar um caso em que Continuar lendo