Uma praga que assola o país… desvio de finalidade… agora isto em universidades federais.

Há quase dez anos atrás, fui convidado à participar de uma Comissão Examinadora em uma universidade federal. Após a primeira prova, a prova escrita (teórica) sobre um tema da embriologia, nós os membros da Comissão nos reunimos para avaliar as provas.

Para resumir a história, apesar de dois candidatos terem realizado uma prova razoável que certamente valeria ao menos 7,5 (em média) ou mais, o presidente da  comissão “armou”. Direcionou a reunião de forma que lemos e discutimos e em seguida ele arguiu sobre as notas que eu e a outra pessoa que constituía a comissão apresentássemos nossas notas. Vai que após anotarmos provisoriamente que teríamos avaliado em 8,0 e 7,5, respectivamente, ele disparou, após uma pausa suficiente para um cálculo mental, a sua nota de 2,0. Suficiente para os candidatos serem reprovados.

Diante do fato, questionamos e não houve jeito. Apesar das justificativas dele não apresentarem a menor consistência, a situação se concluiu com a reprovação dos candidatos. Tem mais detalhes, mas não vou entrar no mérito do processo.

Agora, recentemente, me deparei com o mesmo problema. O que resultou que eu não pude postar nada por estes dias. Mas assim que puder venho relatar a situação.

E você já passou por alguma experiência destas?

 

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