Febre amarela – uma epidemia midiática, por Cláudia Malinverni

Cláudia Malinverni é graduada em Comunicação Social, mestre em Saúde Pública, e doutoranda pela USP.

Em sua belíssima dissertação de mestrado, investigou como a mídia, representada pela FOLHA DE SÃO PAULO, foi capaz de transformar uma doença silvestre controlada em uma epidemia urbana descontrolada, e assim, contribuir para a morte de seis pessoas, além de diversos outros danos à sociedade, tanto no que tange a doenças, quanto nos custos e agravos provocados indiretamente.

Agora acaba de publicar na Revista de Saúde Coletiva – PHYSIS, o resultado de sua dissertação, sob o título Epidemia midiática: produção de sentidos e configuração social da febre amarela na cobertura jornalística, 2007-2008. (aqui)

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