Arquivo do mês: setembro 2012

Aécio: questão de múltipla escolha…

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O sul do Piauí pega fogo… é a produção de carvão para Minas Gerais

Aumenta desmatamento para produção de carvão no Piauí (aqui)

O escoamento do produto é diário. São cerca de dez carretas, que circulam diariamente em direção a Remanso, Formosa do Rio Preto, Pilão Arcado e outras cidades baiana.

Desde a autorização da Justiça Federal para lacrar as carvoarias na área de abrangência do bioma Mata Atlântica, no Sul do Piauí, em junho último, a corrida para a produção ilegal de carvão vegetal, principalmente nos municípios de Redenção do Gurguéia, Curimatá, Júlio Borges, Parnaguá, Corrente, Morro Cabeça no Tempo, Cristalândia, Monte Alegre, teve um aumento substancial.

A reportagem do portal http://www.piauisempreverde.com.br fez contato com os postos fiscais da Secretaria Estadual da Fazenda-SEFAZ, instalados na fronteira com a Bahia e constatou que o escoamento do carvão sai em grande quantidade por Corrente, através de estradas visinais , Cristalândia, via o Posto Fiscal Boa Esperança e ainda por Uruçui, Avelino Lopes e outros munícios de forma clandestina.

A rota do carvão segue atravessando a Bahia com destino ao Estado de Minas Gerais onde é entregue nas siderurgicas mineira para alimentar as caldeiras produtoras de ferro-guso, uma das matérias-prima do aço e produto da pauta de exportação brasileira.

O escoamento do produto é diário. Segundo os fiscais da SEFAZ, , são cerca de dez carretas, conhecida como Bi-trem, que circulam diariamente em direção a Remanso, Formosa do Rio Preto, Pilão Arcado e outras cidades baiana. No último domingo, de acordo com o fiscal de plantão no posto Boa Esperança, passaram de uma só vez, “seis Bi-trem cobertas de carvão até onde é permitido”, disse o funcionário ao tempo em lamenta nada poder fazer já que os motoristas apresentam o Documento de Origem Florestal-DORF, muitos deles fraudulentos.

Em Parnaguá a ONG Fundação Lagoa de Parnaguá-Fulapa , denúncia que o desmatamento está sem controle e já levou a secar riachos, o Rio Paraim e a metade da Lagoa de Parnaguá, a maior lagoa do Nordeste com 12 quilometros de extensão e dois e meio de largura. “Dentro da cidade, os moradores estão tendo que conviver com as fuligem oriundas das carvoarias”, disse o presidente da Fulapa, Absalão Castro Dias, acrescentando que a ONG fica sem saber o que fazer. “Somos pequenos diante de tanta gente poderosa que está acabando com a nossa natureza”, lamenta.

Em Corrente as cena se repetem. De acordo com a bióloga Suely, a população já absorveu como rotina a circulação de carretas transportando carvão oriundos das matas nativas da região. “São tantas por dia que a gente perde a conta”, assegura e denuncia que o Rio Corrente, principal fonte de água da região está praticamente seco. “Resta agora um fio de água”, afirma.

Ação do Ministério Público Federal
Com o não cumprimento da liminar expedida pelo o Juiz Federal, Brunno Chistiano Carvalho Cardoso, em junho, levou ao Ministério Público, através da Procuradoria da República a notificar a Secretaria Estadual de Meio Ambiente-SEMAR, solicitando ação para cumprir a decisão judicial. Em agosto, a SEMAR comunicou a Procuradoria que havia fechado 15 carvoarias, entretanto, na prática, a produção de carvão na região foi aquecida após a medida judicial.

http://www.liberdadenews.com/index.php?pg=noticia&id=728

Obomba na ONU (I)

Obrigado por ser condenado, José Dirceu

Favela do Moinho – especulação imobiliária

Em 25 de agosto de 2004, Marta Suplicy promulgou a Lei nº 13.885, estabelecendo normas complementares ao Plano Diretor Estratégico, instituindo os Planos Regionais Estratégicos das Subprefeituras, dispondo sobre o parcelamento, disciplinando e ordenando o Uso e Ocupação do Solo do Município de São Paulo.

Segundo o art. 30, nas Áreas de Intervenção Urbana –AIU, a aprovação de edificação com área construída acima do coeficiente de aproveitamento básico deve se dar de acordo com o Projeto Urbanístico Específico (PUE), que deve conter entre outras coisas, a solução habitacional para a população a ser deslocada em função das obras previstas ou por sua localização em áreas de risco.

A área da favela do Moinho, vítima de incêndio no dia 17 de setembro, fica na AIU 07, MAS…

Daniela Abade (autora de Depois que Acabou, mais AQUI) denunciou através de sua página no FACEBOOK que uma proposta de Revisão do Plano Regional Estratégico foi apresentada pela Prefeitura, e pretende modificar este zoneamento, transformando-o em PARQUE DO MOINHO. Este parque será uma área de lazer, mas para quem? E o povo que habita a região atualmente?

QUAL O OBJETIVO?

FACILITAR A ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA?

Outro aspecto interessante observado foi que logo após o incêndio, a área vizinha AIU 08, que tinha uma mata, embora não tenha sido atingido pelo incêndio, foi desmatada e limpa. (a denúncia é de Carol E. Lefevre também através do Facebook)

Publicação da REDE BRASIL ATUAL elucida o destino desta área queimada (AIU 08) foi transformada em ESTACIONAMENTO PRIVADO. (leia AQUI)

LINKs úteis:

http://cadan.prefeitura.sp.gov.br/sisgecan/downloads/anexo09Liv09

http://www.obore.com.br/utilitarios/editor2.0/UserFiles/File/Lei%20de%20Zoneamento%2013.885%2025%20ago%2004.pdf  (LEI 13.885, 25 de agosto de 2004)

Manifesto pró Zé Dirceu

Mônica Bergamo, em 23 de agosto, já havia postado sobre a busca por assinatura pelo produtor Luis Carlos Barreto. (aqui)

O Globo de ontem (23.09.2012) trouxe alguns detalhes. Luiz Carlos Barreto explica:

– Não queremos que haja prejulgamento deste caso, pois já tem gente por aí dizendo quantos anos cada réu vai pegar de prisão. Não pode ser assim. Depois a gente reclama quando chega a ditadura – desabafa Barretão.

Concordo que haja o julgamento e assinei o texto-manifesto porque vivevmos numa democracia e, como se trata de um julgamento político, não pode haver manipulação.” Jorge Mautner

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/81262/Intelectuais-assinam-manifesto-pr%C3%B3-Dirceu.htm

247 – O ex-ministro José Dirceu, que será julgado na semana que antecede as eleições de 7 de outubro, conta com um pequeno trunfo: um manifesto de intelectuais, que será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, cujo teor pede que não se faça prejulgamento na Ação Penal 470.

Com cerca de 200 adesões até agora e assinaturas coletadas pelo cineasta Luís Carlos Barreto, o manifesto conta com personalidades como o arquiteto Oscar Niemeyer, o músico Alceu Valença, o economista Bresser Pereira e os escritores Emir Sader e Eric Nepomuceno.

Niemeyer diz que assinou o texto porque enxerga uma campanha organizada contra Dirceu. “Um exagero”, diz ele.

Em relação ao STF, é pouco provável que o manifesto tenha qualquer peso em relação à decisão dos ministros, mas, ao menos, servirá para conferir um caráter político à eventual condenação de Dirceu.

……….

Flora Gil e Jorge Mautner também assinaram o manifesto.

Pinheirinho – um ano depois

Pinheirinho, um ano depois é um projeto de documentário que tem o objetivo de registrar como vivem as famílias que moravam na antiga comunidade do Pinheirinho no decorrer do ano após a reintegração de posse realizada pela Polícia Militar de São Paulo em 22 de janeiro de 2012.
Através desse registro, queremos dar voz às pessoas que viveram o trauma da desocupação para que contem suas histórias e relembrem à sociedade de que elas seguem vivendo sem uma solução definitiva de moradia e, muitas vezes, em clara violação ao direito humano de ter uma moradia adequada.
Tendo em mente esse principio de divulgação o documentário será disponibilizado gratuitamente pela Internet.

Chegamos a um momento da produção em que, para realizarmos o documentário será necessário captar recursos para continuar viajando com toda a equipe e equipamento para acompanhar a vida dos ex-moradores do Pinheirinho.
Assim, preparamos um orçamento dos nossos gastos daqui até o final de janeiro, quando pretendemos finalizar o documentário. O resultado foi que o MÍNIMO necessário para concluirmos o documentário é de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Este valor só foi possível, pois consideramos o trabalho de todos os membros da equipe como voluntário, não estamos prevendo o pagamento de diárias.
Para captar o valor mínimo, optamos pelo sistema de financiamento colaborativo, também conhecido como crowd funding, através do site do Catarse. Por aqui você poderá apoiar o projeto fazendo sua colaboração direta para o site e, se em 90 dias não conseguirmos arrecadar o valor total, seu dinheiro será devolvido.
Como incentivo para conseguir colaboradores, pensamos em uma série de recompensas que serão oferecidas a cada colaborador de acordo com o valor de sua contribuição.

OUTRAS MÍDIAS
Para entrar em contato, saber mais ou acompanhar o projeto em outras mídias sociais, segue abaixo os nossos contatos.
E-mail: pinheirinhoumanodepois@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/PinheirinhoUmAnoDepois
Twitter: https://twitter.com/PinheirinhoDoc

. OBJETIVOS EXTRAS 
Se conseguirmos ultrapassar o valor mínimo para realização do projeto, isto é, R$ 10.000,00, temos objetivos extras a realizar que agregariam ainda mais valor ao documentário.
Se atingirmos o valor de R$ 12.000,00, a equipe de filmagem receberá subsídio do valor de alojamento durante as viagens a São José dos Campos para a gravação do documentário.
Se atingirmos o valor de R$ 14.000,00, a equipe de produção do documentário irá organizar uma noite de lançamento do filme na cidade de São José dos Campos junto com moradores do Pinheirinho e os colaboradores convidados de acordo com o programa de recompensa.

http://catarse.me/pt/pinheirinhoumanodepois