Epidemiologia do crack no Brasil

http://portal.cnm.org.br/sites/9700/9797/docBibliotecaVirtual/O_Tratamento_do_Usuario_de_crack.pdf

O link acima é para o livro O TRATAMENTO DO USUÁRIO DE CRACK, e contém as informações abaixo.

O consumo de cocaína pela via pulmonar era praticamente desconhecido na América do Sul antes dos anos 1970.

Nos anos 1980, surgiu nos EUA a cocaína na forma de base livre (freebasing) que foi precursor do consumo do crack naquele país.

Na década de 1990, ocorreram as primeiras apreensões de crack pela PF, com um aumento de 166 vezes entre os anos de 1993 e 1997. Em São Paulo, iniciou-se pela zona leste alcançando posteriormente a região da Estação da Luz (cracolândia), e depois se espalhou para vários pontos da cidade.

O serviços ambulatoriais sentiram o impacto do consumo de crack no início do anos 1990, pulando de 17% (1990) para 64% (1994), entre os consumidores de cocaína que buscavam tratamento.

No início dos anos 2000, parecia que o problema do crack se reduzira (considerando o publicado pela imprensa como se pode verificar inclusiv pela análise realizada por Eduardo Guimaraes em seu blog), mas ocorreu o oposto. Dois levantamentos domiciliares mostraram que consumo praticamente dobrou.

BELO HORIZONTE

Em Belô, o crack começou a ser ofertado na Pedreira Padro Lopes em 1995, oriundo de São Paulo, através da família Peixoto. Mas agora ela já é produzida e comercializada no atacada no próprio Estado de Minas Gerais. A problemática do crack está relacionada diretamente com o aumento de homicidio na capital mineira.

Fala-se em crime organizado, mas a análise do problema em Beagá aponta para uma estrutura aberta em redes – uma rede de bocas. Sob a coordenação do prof. Luis Flávio Sapori, o documento traz uma análise da estrutura desta rede criminosa. (clique aqui)

 

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