Lula, Dilma, FHC, Collor & Sarney

Você conhece o portoalegre.cc ?

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PORTOALEGRE.CC

O projeto PortoAlegre.cc é a concretização do conceito de Wikicidade. Criado dentro da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos -, este conceito se refere a uma plataforma digital que permite a discussão da história, a realidade e o futuro de territórios específicos, e nasceu após a experiência liderada pela própria universidade no Parque da Redenção, o Redenção.cc – projeto pioneiro no Brasil.

Em outras palavras, PortoAlegre.cc é um espaço de radicalização da democracia, onde você tem voz e vez para discutir a cidade, mostrando o que ela tem de bom e o que precisa ser melhorado. Melhor ainda, você pode dar sua opinião de como a cidade pode melhorar, e chamar as pessoas para ajudarem a transformar essa ideia em realidade.

Certo lugar perto da sua casa tem interesse histórico? Você pode criar um wikispot para ele. Ou quem sabe criar um para seu próprio bairro, estimulando a discussão entre o pessoal da sua comunidade sobre os problemas que estão acontecendo, e debatendo como resolvê-los? É assim que dá pra começar a fazer a diferença.

Cada um dos 82 dos bairros estão representados dentro do PortoAlegre.cc. Ele é uma cópia fiel e digital de como a cidade funciona. Você poderá navegar pelo mapa e publicar conteúdos diretamente em sites de redes sociais como Twitter, Facebook, YouTube e Vimeo, falando de situações que te tocam na cidade – sempre lembrando que ela pode melhorar com a ajuda de todos.

O “cc” do nome vem do termo Creative Commons, um tipo de licença de propriedade intelectual criado para compartilhar conteúdos culturais com todos. Assim, todo este projeto pode ser utilizado por qualquer um para também fazer um wikispot de um lugar na sua cidade.

Exercício… este é um difícil exercício. Mas necessário.

Se você acessa até este blog, Jesus!

Hospitais Públicos em Teresina: apenas 50% leitos ocupados

Pesquisa mostra que hospitais públicos de Teresina têm apenas 50% de seus leitos ocupados.

Apesar das frequentes reclamações de flagrantes de falta de atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde) pesquisa divulgada pela promotora de Justiça Cláudia Seabra, coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Cidadania e da Saúde, mostra que o hospitais de Teresina têm apenas 50% de seus leitos ocupados.

Os números foram divulgados na terça-feira, durante reunião dos integrantes do Conselho Municipal de Saúde com Cláudia Seabra e com o presidente da Fundação Municipal de Saúde.

O estudo, obtido com exclusividade pelo Jornal Meio Norte, mostra que os hospitais de Teresina possuem 1.281 leitos e são ocupados por 653,2 pacientes por dia, o que dá uma taxa de ocupação de 51%.

A pesquisa que no Hospital Municipal do Promorar, na zona Sul de Teresina, a ocupação é de apenas 31,5 % dos leitos. O estabelecimento tem 72 leitos e apenas uma média de 22,7 pacientes o ocupam por dia. No ano passado.

Apesar de ser o maior hospital do Piauí, o Hospital Getúlio Vargas (HGV) tem uma ocupação de 41,5% de seus 382 leitos e atende uma média de 158,6 pacientes por dia.

Uma explicação sobre o que está ocorrendo com milhares de pacientes procurando atendimento médico e os hospitais, por outro lado, com leitos vazios está na revelação feita por Cláudia Seabra durante o encontro, no auditório da Procuradoria Geral de Justiça;

Ela disse que impetrou com recomendação na Justiça, com cumprimento imediato, para que seja informado ao órgão qual o resultado dos processos administrativos disciplinares que o Hospital Getúlio Vargas (HGV) e a Secretaria de Saúde deveriam ter instaurado contra os médicos que estão realizando apenas de uma a três cirurgias por mês.

Ela disse que espera o resultado dos processos que devem estar na Procuradoria Geral do Estado.

Em junho de 2011, Cláudia Seabra impetrou com ação em que solicitava a realização de cerca de 3 mil cirurgias eletivas em pacientes que estavam na fila de espera.

Em março deste ano, a Justiça decidiu e o procedimento foi enviado para a direção do HGV.

Seabra disse que mesmo já tendo aumentado o número de procedimentos na lista de espera, como informou o diretor do hospital, Carlos Iglesias, ainda há profissionais realizando menos de 3 cirurgias por mês.

Ela solicitou que o processo seja instaurado 24 horas depois de proferida a decisão do juiz. Em caso de descumprimento, os gestores estaduais da Saúde, da Administração e do próprio HGV podem ser acusados de improbidade administrativa.

Cláudia Seabra solicita na ação que cada profissional realize ao menos 8 procedimentos cirúrgicos por mês.

Cláudia Seabra falou que fica feliz com o aumento no número de procedimentos, mas os médicos continuam fazendo uma, duas ou três cirurgias por mês.

“Isso é inadmissível. Temos uma lista de pacientes de pelo menos 3 mil pessoas. Precisamos que essas cirurgias sejam feitas”, declarou.

A pesquisa mostra que o Hospital Infantil Lucídio Portella tem apenas 33,8% da ocupação de seus 94 leitos leitos, enquanto atende uma média de 31,8 pacientes por dia.

O Hospital Municipal do Parque Piauí, na zona Sul de Teresina, tem um índice razoável de ocupação de leitos, de 77%. O estabelecimento de saúde possui 24 leitos e atende uma média de 18,5%. O Centro de Atenção à Criança Wall Ferra, uma maternidade municipal do conjunto Dirceu Arcoverde, na zona Sudeste de Teresina, tem uma taxa de ocupação de seus 36 leitos. Tem um atendimento médio diário de 25,1 pacientes diários.

O Hospital Municipal tem uma média de ocupação de 48,5% de seus 22 leitos. O hospital tem uma média de atendimento de 10,7 pacientes por dia.

Na reunião de terça-feira ficou comprovado que os serviços de marcação de consultas não estão funcionando de forma correta com queda de sinal de internet, falta de intranet para comunicação entre hospitais e a central de marcação de consulta e os estabelecimentos hospitalares.

Grupo de Cachoeira “vendia” ministros e não entregava

http://www.conjur.com.br/2012-mai-15/grupo-cachoeira-vendia-ministros-nao-entregava

Parte dos diálogos captados pela Polícia Federal nas investigações da operação Monte Carlo revela que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e outros membros do grupo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, insinuavam interferência indevida em decisões judiciais. Em alguns trechos, o senador e outras pessoas simulam influência sobre ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, mas em nenhum caso o aventado lobby teve resultado.

No afã de impressionar Cachoeira, Demóstenes, por exemplo, não economiza criatividade. Em um caso quando o ministro Gilmar Mendes reconhece a competência do STF para examinar um conflito federativo (algo óbvio quando União e estados entram em litígio), o senador não só diz que ele “conseguiu” a decisão, como também que o ministro “deu repercussão geral”.

A ação era uma Reclamação. Como se sabe, é exigido o reconhecimento de repercussão geral apenas nos recursos extraordinários que chegam ao Supremo, nunca em reclamações. E ainda que isso fosse possível, o reconhecimento de repercussão depende do voto de 2/3 do plenário do tribunal. O ministro não a reconhece sozinho.

O senador explorava prestígio de um lado e a ignorância de seu chefe, ou cliente, de outro. Não é um truque novo. Sabe-se que existe a prática de advogados que, por conhecerem a jurisprudência dos tribunais, “preveem” com certa facilidade o desfecho do processo e convencem o cliente de que é preciso “comprar” a decisão. Como a vitória é certa, embolsam o dinheiro e, de quebra, vendem a imagem de que têm influência junto a juízes que, muitas vezes, sequer desconfiam que estejam à venda.

O caso do senador Demóstenes Torres se enquadra nessa prática. Como já observou um ministro aposentado, depois de uma audiência, o advogado pode dizer o que quiser ao cliente, e terá 50% de chances de acertar. O senador e assessores que informavam Cachoeira sobre causas de seu interesse erraram — ou mentiram ao chefe —, ao menos com ministros citados nominalmente nas conversas.

LEIA O TEXTO INTEGRA AQUI.

Eliana Silva – BH